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Igreja Presbiteriana Manaus

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Publicado em 22 de outubro de 2019 às 12:54

20.09.2019-Isaías 61.1-3“Quebrantados, Cativos, Algemados, mas não esquecidos! ”Pr. Alcedir Sentalin

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PERDÃO E CURA: O Bálsamo da Alma / Isaías 61.1-3 "O Espírito do Senhor Deus está sobre mim, porque o Senhor me ungiu para pregar boas-novas aos quebrantados, enviou-me a curar os quebrantados de coração, a proclamar libertação aos cativos e a pôr em liberdade os algemados;” (Isaías 61.1) Meus Irmãos! Cumpre-se em nós o “Ano da Graça do Senhor”, quando somos regenerados e livres da condenação eterna. É quando entendemos que o Salvador torna-se a nossa Salvação, e passamos a servi-Lo e deleitar-nos nEle em plena obediência. Não obstante, ainda possuindo uma natureza pecaminosa, nos envolvemos em mais pecados (Is 59.1-2). Com o entendimento endurecido, somos levados à disciplina. Por misericórdia, esta não é para sempre. Há sempre o momento em que Ele vem com perdão e cura. É tempo de reerguer-nos em fé e alegria, novamente. No contexto das grandes lutas de Israel, o profeta Isaías diz que foi ungido por Deus para proclamar a libertação do povo, mais precisamente a tribo de Judá em certo período de tempo. Entretanto, em Lucas 4.17-21 está dito que essa profecia, que “parecia” ser sobre Isaías, teve o seu cumprimento em Cristo Jesus com duração eterna: "Então, lhe deram o livro do profeta Isaías, e, abrindo o livro, achou o lugar onde estava escrito: O Espírito do Senhor está sobre mim, pelo que me ungiu para evangelizar os pobres... e apregoar o ano aceitável do Senhor. Tendo fechado o livro, devolveu-o ao assistente e assentou-se... Então, passou Jesus a dizer-lhes: Hoje se cumpriu a Escritura que acabais de ouvir” (Lc 4.17-21). Examinando o texto, o que mesmo essa profecia proclama sobre o povo escolhido, antes da fundação do mundo, por Deus para o próprio Deus? Em primeiro lugar, essa proclamação traz as boas-novas para os “pobre”. São aqueles que estão subtraídos de algum modo, em razão de algum tipo de cativeiro paralisante. Sem saber como são oprimidos por Satanás e seus espíritos imundos, estão presos por situações terrivelmente adversas ao que Deus tem para Seus filhos. Mesmo assim, diante do Senhor, receberão a libertação de suas almas (Mt 11.28). Em segundo lugar, essa proclamação encontra os “cativos e cegos”. São aqueles que estão encantados no estado de escuridão, prisão e dor. São eles os que, sendo tocados pela Graça, confessam e se arrependem em seus pecados. O Senhor logo iluminará seus corações agora quebrantados (Sl 34.18). Em terceiro lugar, essa proclamação promove a liberdade plena aos “oprimidos”. São aqueles que estão afetados em qualquer sentido do termo. São aqueles impedidos pelas trevas de alcançar o que Deus quer que eles sejam nesta vida. Para o Senhor não existe páreo, Ele libertará cada um (Jo 8.32). Quando a Palavra de Deus se refere aos pobres; cativos e cegos; oprimidos; não é necessariamente sobre a vida terrena, bens materiais. O sentido é a vida espiritual de Seus filhos, por Ele muito amados. Essa proclamação é a única que promove a salvação dos “condenados”, que estão em trevas e nas trevas. São “prisioneiros” ainda impedidos de compreender o Evangelho, a Salvação, o EU SOU, o ano aceitável do Senhor, que transfere o perdido do império das trevas (Cl 1.13) para o reino do filho do Seu amor. Em que estado você se encontra? Seja a situação que for, há esperança. Renda-se a Cristo Jesus. Somente Ele, pode fazer as transformações divinas em sua vida! EDIFICAÇÃO NOS GRUPOS FAMILIARES 1. Compartilhe com o grupo sobre algum momento em que sentiu-se oprimido(a)? 2. Diga com suas palavras o quê entende por: “apregoar o ano aceitável do Senhor” (Lc 4.19)? 3. De dois em dois (homem c/homem) e (mulher c/mulher), fale agora sobre o quê orar e orem.

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